Por Redação com Assessoria

O Studio La Bayadère tem conseguido importantes resultados em virtude da qualidade dos seus espetáculos e das performances dos seus alunos. Tanto que obteve dois segundos lugares durante o 23º Festival de Danças do Mercosul, que ocorreu no início de setembro em Porto Iguaçu, na Argentina. O evento envolveu a seleção de mais de 400 coreografias e contou com cerca de 1.200 bailarinos do Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.

De acordo com os diretores do La Bayadère, Marcela Mendes e Samuel Gechele, os resultados são reflexo do esforço dos alunos, da equipe e de amplos estudos no desenvolvimento geral dos espetáculos. Foram apresentadas no evento internacional as coreografias “A morte veio me beijar” (conjunto contemporâneo) e “Emoções” (solo jazz).  Participaram das apresentações os bailarinos Lennon Santos, Gabriel Fonseca, Stefany Aguiar e Duhelen Pelisser.

A dança gera resultado a longo prazo. “Estamos começando a colher frutos, sendo uma escola jovem, porém, muito premiada em festivais, inclusive internacionais”, detalha Marcela. Ela ressalta que qualquer conquista em dança não é fruto de ações imediatas, mas de um aprimoramento de longo prazo que apura técnicas, conhecimentos e aplicação de metodologias que fazem a diferença.

Diante dos resultados obtidos na Argentina o La Bayadére foi convidado para uma Noite de Gala que acontecerá no Cine Teatro Padre José Zanelli, em Ibiporã, quando haverá reconhecimento aos grupos que obtiveram destaque em Porto Iguaçu.

Espetáculo retratará características do Paraná

Atualmente, o La Bayadère conta mais de 200 alunos que participam de aulas de ballet, jazz, dança contemporânea, dança do ventre, dança de salão, teatro, danças urbanas, dance club e dance show.

O grupo está preparando o espetáculo “Maria Gralha e Zé Pinhão”, inspirado em obra da escritora Audrey Farah que retrata características peculiares do Paraná. As apresentações acontecerão nos dias 22, 23 e 24 de novembro, no auditório Francisco Contini, localizado no campus Santa Cruz da Unicentro.

Dentro da metodologia de trabalho a cada ano os alunos participam de, pelo menos, um grande espetáculo que coroa o aprendizado obtido, tendo avaliação com profissionais de renome geralmente convidados para as atividades. Marcela e Samuel atuam exclusivamente há mais de 10 anos na área e enfatizam que foi “ uma opção de vida pelo amor pela arte e o compartilhamento de conhecimentos relacionados a ela”.

O studio tem alunos a partir dos 2 anos e não tem limite de idade para a prática da dança. “Dançar e ser feliz é algo prazeroso e que dá outro dimensionamento na vida da pessoa, inclusive uma sensibilidade diferenciada e um olhar diferente sobre o entorno.”

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