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A Homeopatia e a reorganização integral da saúde

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Por Dr. Marcelo Maravieski | Imagem: Divulgação

Na primeira parte do século XIX, o médico e pesquisador alemão Samuel Hahnemann, insatisfeito como muitos de sua época com os métodos ainda medievais para tratar as pessoas, organizou tendo como um de seus inspiradores o Corpus Hipocraticum e pesquisas posteriores baseadas no mesmo, um sistema médico terapêutico que ele nomeou HOMEOPATIA.

Dois séculos se passaram e hoje a Homeopatia é considerada especialidade da Medicina, Farmácia, Veterinária, Odontologia e com aplicações inclusive na Agronomia, sendo que a Organização Mundial da Saúde estimula a que os países a incluam seus sistemas públicos de saúde, com o quê no Brasil o Ministério da Saúde já é uma das especialidades médicas no Sistema Único de Saúde e prevista na Política Nacional de Práticas integrativas e Complementares.

Para o médico, a Homeopatia é mais uma ferramenta no auxílio ao desenvolvimento mais saudável de todos desde o útero materno, pois valoriza a história de vida e adoecimento das pessoas, sempre que possível, desde sua gestação, como também grande partes das queixas das gestantes podem ser tratadas com a medicação homeopática.

É também mais uma ferramenta na valise do médico ao tratarmos pessoas com doença aguda ou crônica, orgânica ou de fundo emocional, pois a Homeopatia atua estimulando o reequilíbrio fisiológico em sua integralidade, e assim as manifestações clínicas das doenças diminuem pronta e gradativamente. A Homeopatia é boa coadjuvante quando necessitamos de um tratamento cirúrgico, como também em algumas situações pode auxiliar na redução do uso de medicamentos alopáticos, ou em outras os dois tratamentos se complementarem.

A melhora deve ser rápida em quadros agudos ou crônicos, sendo que quando isto não ocorre, há que se reavaliar e adequar a prescrição. A capacidade de recuperação do equilíbrio funcional depende de o medicamento estar adequado às necessidades, às características e queixas de cada pessoa, do nível de comprometimento orgânico existente e dos obstáculos à cura que possam estar presentes. Porém, quando não há necessidade de intervenção cirúrgica e não se trata de doença aguda ou crônica com lesões irreversíveis, a recuperação da pessoa costuma ser evidente, respeitando sua capacidade de recuperação.

Como o tratamento homeopático visa o restabelecimento da saúde e da autonomia da pessoa, a medicação deverá ser utilizada só quando necessário e a retirada da mesma deverá ocorrer com orientação do médico homeopata, para que não se interrompa o tratamento de maneira prematura.

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