Principal Categorias Destaque Eternizar as boas lembranças oferecendo uma despedida digna e respeitosa a quem proporcionou amor incondicional

Eternizar as boas lembranças oferecendo uma despedida digna e respeitosa a quem proporcionou amor incondicional

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Por RVisual | Fotos: Almir Soares Jr

Pautados no amor a profissão, e principalmente aos animais, o casal de veterinários, Tatiana Cordeiro L. Ferro e Fabio Ferro, juntamente com a sua filha, a estudante de veterinária, Fernanda Ferro, inauguraram no mês de novembro, em Guarapuava, a Pet Eternum, o primeiro crematório animal da região centro sul do Estado do Paraná.

A ideia desse empreendimento surgiu dos questionamentos ouvidos ao longo da carreira, quando se é comunicada a partida do animal de estimação, que cada vez mais torna-se membro da família, com o que se fazer com o “corpinho” do animalzinho. “Há 15 anos nos dedicamos ao atendimento de animais de pequeno porte, e quando acontece de um de nossos pacientes falecerem, ouvimos de muitos dos seus cuidadores a pergunta de como proceder”, contou a empresaria Tatiana.

Após muita dedicação, estudo e a liberação de licenças ambientais, o projeto Pet Eternum saiu do papel, tomou corpo e forma, e conta com uma estrutura toda pensada no acolhimento da família que passa pelo triste momento da perda de seu companheiro. “Entendemos que esse momento da partida do animal de estimação precisa ser tratado com respeito e carinho e, na Pet Eternum, conseguimos tratar isso de forma digna, respeitosa, para retribuir um pouco da alegria que eles nos deram durante a vida que permaneceram ao nosso lado”, explica Fabio Ferro.

O cuidado com o meio ambiente e os impactos negativos de uma destinação incorreta dos pets, juntamente com o compromisso em deixar um legado de preservação, também foram levados em conta. “A maior parte da população acha que enterrando o animal no seu quintal, próximo da sua horta e jardim está preservando a memória dele, e não afetando o meio ambiente, o que é um tremendo engano, pois há estudos que mostram que essa destinação é muito prejudicial ao meio ambiente, devido a contaminação do solo e lençol freático, podendo, inclusive, transmitir graves doenças aos humanos”, explica Tatiana.

A cremação é o tipo de destinação com o menor impacto ambiental, pois com ela a produção de necrochorume (tipo de líquido poluente produzido pela decomposição de cadáveres), é evitado, desta forma, não poluindo o solo, que atua como filtro de impurezas, no caso de sepultamentos.

  • Confira detalhes na edição 157 da Revista Visual Guarapuava.

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