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Doutora Stella Maris Kluger

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Doutora Stella Maris Kluger

Dedicação à profissão.

A doutora Stella Maris Kluger se formou em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Rio Grande do Sul, em dezembro de 1990, e em dezembro de 1992 concluiu a Residência Médica em Psiquiatria, pela mesma Instituição de Ensino Superior. No início do ano seguinte, à convite de um amigo, ela decidiu conhecer Guarapuava. “Me disseram que estavam precisando de profissionais e eu resolvi ver como a cidade era. Gostei, e estou aqui até hoje”, comenta. Desde que chegou ao Município, Stella atendeu muitos anos pela Prefeitura no antigo Prosam, em seu consultório, e durante 15 anos atuou na ala Psiquiátrica do Hospital Santa Tereza. Após seis anos afastada, em novembro de 2013, a médica retomou suas atividades junto ao hospital, atualmente Instituto Virmond.

Stella revela que não teve dúvidas ao escolher trabalhar com Psiquiatria. Apesar de não possuir conhecimento da área ao ingressar na faculdade, o interesse surgiu logo nos primeiros anos da graduação com a disciplina de psicologia. “desde o início do quarto ano eu já sabia que iria seguir na Psiquiatria, embora só tivéssemos a disciplina propriamente dita a partir do quinto ano. Sou apaixonada pelo que eu faço, é uma satisfação diária e não me canso. Sou muito realizada e tenho certeza de que fiz a melhor escolha”, afirma.

Uma grande preocupação da médica é a busca constante por atualização, já que especialmente na área biológica (que compreende os setores de medicação e exames complementares) a cada dia surgem novidades. Doutora Stella possui Especialização em Psicoterapia e atualmente está cursando uma pós-graduação em Dependência Química. Além disso ela procura, sempre que possível, marcar presença em eventos voltados para profissionais da área. No ano passado, ela participou do Congresso Brasileiro de Psiquiatria, realizado em Curitiba.

Entre os pacientes da Psiquiatra estão adolescentes, adultos e idosos, esses últimos geralmente também são acompanhados por Neurologistas e Geriatras. A médica explica que de maneira geral, os pacientes que a procuram são encaixados em duas situações: aqueles que possuem doenças mentais, ligadas à fatores biológicos, e os que acabam adoecendo por questões relacionadas ao seu cotidiano ou a traços de sua personalidade. “A principal dificuldade para muitos pacientes é não conseguir falar sobre o que sentem ou pensam, pois temem não serem aceitos ou compreendidos”, revela.

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